sábado, 30 de junho de 2012


O CONCEITO DE SEGURANÇA PÚBLICA


alexandretech.blogspot.com



Numa sociedade em que se exerce democracia plena, a segurança pública garante a proteção dos direitos individuais e assegura o pleno exercício da cidadania. Neste sentido, a segurança não se contrapõe à liberdade e é condição para o seu exercício, fazendo parte de uma das inúmeras e complexas vias por onde trafega a qualidade de vida dos cidadãos.
Quanto mais improvável a disfunção da ordem jurídica maior o sentimento de segurança entre os cidadãos.
As forças de segurança buscam aprimorar-se a cada dia e atingir níveis que alcancem a expectativa da sociedade como um todo, imbuídos pelo respeito e à defesa dos direitos fundamentais do cidadão e, sob esta óptica, compete ao Estado garantir a segurança de pessoas e bens na totalidade do território brasileiro, a defesa dos interesses nacionais, o respeito pelas leis e a manutenção da paz e ordem pública.
Paralelo às garantias que competem ao Estado, o conceito de segurança pública é amplo, não se limitando à política do combate à criminalidade e nem se restringindo à atividade policial.
A segurança pública enquanto atividade desenvolvida pelo Estado é responsável por empreender ações de repressão e oferecer estímulos ativos para que os cidadãos possam conviver, trabalhar, produzir e se divertir, protegendo-os dos riscos a que estão expostos.
As instituições responsáveis por essa atividade atuam no sentido de inibir, neutralizar ou reprimir a prática de atos socialmente reprováveis, assegurando a proteção coletiva e, por extensão, dos bens e serviços.
Norteiam esse conceito os princípios da Dignidade Humana, da Interdisciplinariedade, da Imparcialidade, da participação comunitária, da Legalidade, da Moralidade, do Profissionalismo, do Pluralismo Organizacional, da Descentralização Estrutural e Separação de Poderes, da Flexibilidade Estratégica, do Uso limitado da força, da Transparência e da Responsabilidade.

As Políticas de Segurança e Seus Impactos para Desestruturar o Crime

 










Há uma grande deficiência nas chamadas Políticas de Segurança aplicadas em nosso sistema e convém neste ponto, realçar que em todo o País a manutenção da segurança interna, deixou de ser uma atividade monopolizada pelo Estado.
Atualmente as funções de prevenção do crime, policiamento ostensivo e ressocialização dos condenados estão divididas entre o Estado, a sociedade e a iniciativa privada.

Entre as causas dessa deficiência estão o aumento do crime, do sentimento de insegurança, do sentimento de impunidade e o reconhecimento de que o Estado apesar de estar obrigado constitucionalmente a oferecer um serviço de segurança básico, não atende sequer, às mínimas necessidades específicas de segurança que formam a demanda exigida pelo mercado.
Diversos acontecimentos têm-nos provado que é impossível pensar num quadro de estabilidade com relação à segurança pública de tal maneira que se protegesse por completo dos efeitos da criminalidade em sentido amplo. Porém, isso não significa que o Estado tenha de lavar as mãos e conformar-se com o quadro, devendo, portanto, tomar medidas sérias e rígidas de combate à criminalidade e à preservação da segurança nacional, adotando novas soluções tanto no quadro jurídico e institucional como no operacional que estejam à altura da sofisticação da criminalidade.
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286º CAPÍTULO – E-MAIL: trespontasparasempre@gmail.com


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Não se pode sustentar em políticas de combate à criminalidade deficitária e que não atingem o bem comum, em procedimentos lentos e sem eficácia, pois não configuram respeito aos direitos fundamentais.
Os investimentos em segurança pública estão muitíssimo aquém do que seria necessário para se começar a pensar em oferecer segurança. Uma grande prova, é o crescimento dos gastos dos estados e municípios para combater a violência em contraposição aos investimentos federais que caem paulatinamente.
A consequência é que o número de encarcerados cresce a cada dia, de maneira assustadora sem que haja capacidade do sistema prisional de absorver esses excluídos da sociedade.
O déficit de nosso sistema prisional é titânico e, lamentavelmente o estado não consegue disponibilizar novas vagas e, basta acompanhar os jornais, para que nossas perspectivas tornem-se, ainda mais desanimadoras.
 Proporcionalmente, os Estados Unidos investem 70 vezes mais que o Brasil no combate à violência, nossos índices nos apontam como um país 88 vezes mais violento que a França.

fonte:  http://br.monografias.com/trabalhos2/seguranca-publica/seguranca-publica.shtml

Enviado por Emerson Clayton Rosa Santos (Emerson[arroba]fdsm.edu.br)



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Três Pontas Para Sempre: 286º CAPÍTULO – E-MAIL: trespontasparasempre@gmail...: Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em qu...

sábado, 23 de junho de 2012

domingo, 10 de junho de 2012

A BURRICE DINÂMICA



Li, recentemente, dois artigos sobre a burrice. Num deles, publicado no Segundo Caderno do Jornal " O GLOBO" o jornalista Arnaldo Jabor identifica 48 tipos de burros: o Burro Estatal, o Burro Esperto, o Burro Comercial, ....., Para cada um deles, o Jornalista dá a sua definição.
 
 O que é realmente é grave e castrófico é um determinado comportamento da burrice: quieto ou dinâmico. A burrice dinâmica é aquela que faz, e faz rápido, é ativa. Os " burros" quietos , calmos ou acomodados não são perigososos.

Por outro lado, precisamos ter cuidado com os burros e as burras dinâmicas. Quando atuam, é um caos. A burrice dinâmica permeia todos os setores da atividade, quer seja na área federal, estadual, municipal, pública ou privada.

Há algum tempo, conversava com um amigo ex- prefeito. 
ELE COMENTAVA UMA VIAGEM QUE UM GRUPO DE COLEGAS SEUS FIZERA À EUROPA, PARA VISITAR OBRAS URBANAS E RURAIS. Procuravam evitar que se dedicassem somente as obras de rotina, em seus municípios.


Esse amigo contou-me, indignado, que havia, entre os prefeitos, um que se apresentava como um dinâmico fazedor de obras. Era, sem dúvida um burro dinâmico. Na visita à Roma, quando chegaram ao Coliseu, o " fazedor de obras" se adiantou e foi dizendo: " o prefeito desta cidade é um incompetente. Se eu fosse prefeito aqui, já teria derrubado estas ruinas e construido em estádio como o Maracanã do Brasil". Meu amigo ficou transtornado mas conteve-se.











A caravana seguiu para visitar outras cidades. Chegaram à Pisa, onde está a célebre Torre inclinada, uma das Sete Maravilhas do mundo. O prefeito dinâmico, mais uma vez, adiantou-se e foi dizendo: não disse que os prefeitos daqui são lentos e incompetentes! Se fosse eu, já teria mandado corrigir a inclinação desta torre. Torre tem que ser vertical.


Olhei para meu amigo e disse-lhe: esse é o exemplo clássico do burro dinâmico. Cuidado com eles. Quando atuam, saia de perto, porque as consequencias são terríveis. Deus nos livre dessa espécie, ela é altamente predatória.


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271º CAPÍTULO – E-MAIL: trespontasparasempre@gmail.com




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Texto tirado do livro de ALUISIO PIMENTA. EDUCAÇÃO E CULTURA.
PIMENTA, Aloisio. Educação e Cultura. Unimarco, São Paulo, 1997, p. 209 e 210.


No início dos anos 60, depois de ter conquistado reputação acadêmica Internacional na área da Fármacia, Aluísio Pimenta modernizou o Ensino Universitário no País, com as reformas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).


Obs.: Quem quiser ler o livro pode me procurar ......
 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

domingo, 3 de junho de 2012

 BLOG MESQUITA

OLÁ PESSOAL 

DEVIDO AO ACÚMULO DE TAREFAS ESCOLARES , FORMATURAS E DENTRE OUTRAS NÃO POSTEI . PEÇO DESCULPA A TODOS . INES.


DE INICIO VAMOS FALAR SOBRE A MARCHA DAS VADIAS ( O QUE SERÁ?????????????)

histórica

[trechos de texto de Carolina Branco, A força das Vadias, no blogueirasfeministas.org]
Em janeiro de 2011, a Universidade de Toronto registrou muitos casos de abuso sexual em mulheres no Campus. Depois dos acontecimentos, um policial orientou como medida de segurança que “mulheres evitassem se vestirem como putas para não serem vítimas”. Depois disso, 3.000 pessoas foram às ruas no Canadá protestar contra a culpabilização de mulheres envolvidas em episódios de violência sexual. Assim, nasceu o movimento internacional Slut Walk (em português Marcha das Vadias) que rapidamente se espalhou por dezenas de cidades no mundo.
Muitas vezes o q vc vê não tem o sentido q vc pensa!
Tô cansada de escutar das minhas pacientes : "Não consigo ter uma boa saude sexual porque tudo me lembra o cheiro e o toque do meu padrasto..."
Covardia! Crueldade!
Marcha das Vadias Movimento
Porque lugar de Mulher é onde a Mulher quiser! — em Três Pontas, Minas Gerais.


A breve descrição acima chama atenção para a primeira versão brasileira da Marcha das Vadias que aconteceu em julho deste ano em São Paulo. No Brasil, assim como no âmbito internacional, essa iniciativa repetiu-se em várias cidades como Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, dentre outras. Nas diversas versões destes protestos contra a violência de gênero, o termo “vadia”, foi deslocado e (re) apropriado de maneira criativa ao borrar os limites normativos que constroem a figura da “mulher estuprável”. Ao saírem às ruas, mulheres e homens ao invés de dizerem: “Cuidado para não ser estuprada”, disseram: “Não estupre!”.

Nas variantes do movimento no Brasil, além da (re) apropriação de noções rejeitadas moralmente para designar o feminino e práticas sexuais femininas, houve a incorporação de elementos populares originários de grupos muitas vezes desqualificados do ponto de vista de suas produções culturais. Nas manifestações brasileiras víamos cartazes com trechos de hinos funks como: “A buceta é minha e eu dou para quem eu quiser”. A denúncia criativa e humorada sobre relações diferenciais de poder que geram violências de gênero da Marcha das Vadias apontam, se não para uma política feminista no sentido estrito do termo, para modalidades de participação política bem próximas ao feminismo. Historicamente o debate feminista tem sido marcado por controvérsias de diversas naturezas e pela heterogeneidade de posições teóricas, políticas e de atores sociais. Justamente por essa razão, esse campo deve ser considerado um dos mais frutíferos no que diz respeito à questionamentos de ordem teórica, práticas políticas e processos naturalizadores de desigualdades sociais, sejam elas de gênero, raça/cor da pele/etnia, classe social, etária e etc. 

Marcha das Vadias de Brasília























Nesse sentido, eu arriscaria afirmar que o Movimento das Vadias ao mesmo tempo em que pauta uma prioridade política praticamente unânime dentro do feminismo, qual seja, a denuncia e o combate à violência de gênero, cria novas possibilidades de produção discursiva, práticas políticas e articulações dentro e fora do campo feminista. A marcha das vadias alavanca tanto no meio acadêmico, político e no senso comum possíveis destituições de feminismos, práticas e opiniões conservadoras. Esse processo é da maior relevância se considerarmos que ele deixa aberturas, primeiro, para a novos modos de instituir relacionalmente noções menos essencializadoras de masculino e feminino, violências e práticas sexuais.

fonte: http://marchavadiascampinas.wordpress.com/historica/


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265º CAPÍTULO – E-MAIL: trespontasparasempre@gmail.com 

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