domingo, 14 de abril de 2013

A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL



A inclusão defende o direito de todos,sem exceção,a frequentarem a mesma escola e a mesma sala de aula. Todos juntos independente das suas necessidades ou particularidades. 

Na escola inclusiva não há divisão entre ensino especial e regular; o ensino é o mesmo para todos,respeitando as particularidades, as diferenças. Trata-se de um ensino participativo,solidário e acolhedor.Formas mais solidárias e plurais de convivência. Uma educação global plena,livre de preconceitos, e que valorize as particularidades (diferenças) de cada um dos outros iguais.

 Assim, também, as pessoas se desenvolvem,aprendem e evoluem mais e melhor quanto mais rico e variado for o ambiente em que se encontram.  

 A inclusão pode ser um processo meramente socializador e adaptável aos alunos.Não interessa implementar políticas , sem haver uma formação contínua dos professores do ensino regular,para que que tenham em mente a plena inclusão dos alunos no contexto educacional como ser independente de suas características físicas,mentais,intelectuais e sensoriais.

















 Instituições que participam na realização do Curso de Formação Continuada em Tecnologias Acessíveis: Universidade Aberta do Brasil; Universidade Federal do Rio Grande do Sul,Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, Governo Federal.


 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES  EM  TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS.



Devido ao Curso que estou fazendo como consta logo acima o Blog Mesquita sofreu algumas mudanças de acordo com a finalidade proposta. A partir de agora o Blog será destinado a informações em Edudação Inclusiva e postagens sobre a Educação.
Grata 
Ines Mesquita 
 

 



CEMEI IEDA CARVALHO SILVA- VARGINHA -MG

Diretora: Glória Maria Alves


O CEMEI Ieda Carvalho Silva foi inaugurado em 1º de maio de 1.995.Iniciou atendendo crianças de zero a cinco anos. Com o desenvolvimento, crescimento do bairro e implantação de novos bairros adjacentes, foi ampliando seu quadro de funcionários para atendimento da demanda existente no bairro Imaculada e outros.  
A entidade mantenedora é a Prefeitura do município de Varginha, através da Secretaria Municipal de Educação, a qual é responsável pelo acompanhamento pedagógico, alimentação, alguns recursos didático-pedagógicos, equipamentos e mobiliário em geral. 
Conta com espaços onde as crianças aprendem a se socializar e a desenvolver o potencial cognitivo, afetivo e psicomotor, num ambiente que proporciona que a aprendizagem aconteça de maneira significativa, para que a construção do conhecimento se concretize desenvolvendo suas potencialidades enquanto ser humano.  
O CEMEI atende tanto o Período Integral quanto o Pré-escolar de 04 anos, em período parcial.








segunda-feira, 8 de abril de 2013

http://portaldecursosrapidos.com.br/cursos/educacao-especial-inclusiva.html










MEC/SEESP

Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva
Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial nº 555,
de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria nº 948, de 09 de outubro de 2007.
 

I – Introdução
O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação. A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avança em relação à idéia de eqüidade formal ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola.
Ao reconhecer que as dificuldades enfrentadas nos sistemas de ensino evidenciam a necessidade de confrontar as práticas discriminatórias e criar alternativas para superá-las, a educação inclusiva assume espaço central no debate acerca da sociedade contemporânea e do papel da escola na superação da lógica da exclusão. A partir dos referenciais para a construção de sistemas educacionais inclusivos, a organização de escolas e classes especiais passa a ser repensada, implicando uma mudança estrutural e cultural da escola para que todos os alunos tenham suas especificidades atendidas.
 

Nesta perspectiva, o Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial apresenta a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que acompanha os avanços do conhecimento e das lutas sociais, visando constituir políticas públicas promotoras de uma educação de qualidade para todos os alunos.


   






   




   



domingo, 14 de outubro de 2012

Especialista reclama da falta de diversidade de currículos no ensino médio

Luis Macedo
professor João Batista Araujo e Oliveira (presidente do instituto Alfa e Beto, organização não governamental que atua na área de educação)
Oliveira defende flexibilização dos currículos e ampliação da oferta no ensino profissionalizante.
O especialista em educação João Batista Araújo e Oliveira criticou hoje as políticas do governo para o ensino médio. Segundo ele, as medidas adotadas impedem principalmente a diversificação do ensino, que poderia atrair os alunos para a sala de aula além de gerar mão de obra qualificada no País.
As críticas foram feitas durante palestra organizada pela Frente Parlamentar Mista da Educação e faz parte de uma série de debates sobre o tema que vêm sendo promovidos pelo grupo. No encontro desta quarta-feira, João Batista condenou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova criada em 1998 que vem sendo utilizada por cerca de 500 instituições de ensino superior para seleção de estudantes.
Ex-secretário executivo do Ministério da Educação e presidente do instituto Alfa e Beto, Oliveira explicou que o exame unificado foca no sistema atual de disciplinas obrigatórias. “Dessa forma, não há margem para diversificações. Não há no mundo nenhum sistema como esse, que não oferece nenhuma escolha aos alunos. É preciso garantir formas diferentes de entrada no ensino superior”, argumentou.
Segundo o especialista, só quatro a cada dez alunos que iniciam o ensino médio hoje terminam essa etapa. O alto índice de evasão, de acordo com ele, decorre da falta de currículos diferenciados e flexíveis, que se adaptem à realidade e à expectativa profissional dos alunos.
Carga horária
Outro problema, segundo ele, é o excesso de disciplinas obrigatórias oferecidas aos alunos. De acordo com o currículo atual, são 13 matérias fixas. “Não há pessoa capaz de aprender tudo o que é obrigatório e cobrado no vestibular. Na maior parte dos países desenvolvidos, são apenas cinco a sete disciplinas”, afirmou.
Câmara - Participação Popular - Selo internet - teclado
Participe das discussões sobre a reformulação do ensino médio no portal e-Democracia.
O Conselho Nacional de Educação, órgão colegiado de assessoramento ao Ministério da Educação, já anunciou que estuda a distribuição das 13 disciplinas em apenas quatro áreas - ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e matemática -, nos moldes do Enem. Mas, para João Batista, a medida não resolve o problema: “Em todos os lugares do mundo o ensino é organizado por disciplinas. Quando você fala em interdisciplinaridade, a questão é dominar bem uma área e aplicar o conhecimento aprendido em, outro setor, não simplesmente fundir disciplinas. Essas são ideias teóricas não testadas e que podem ter um efeito desastroso”.

09/10/2012 - 12h30 Comissões - Educação - Atualizado em 09/10/2012 - 17h24

Projeto que limita número de alunos em sala de aula está na pauta da Comissão de Educação

Iara Farias Borges

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) se reúne na próxima semana e poderá votar o substitutivo ao projeto de lei que limita o número de alunos em sala de aula. A proposta (PLS 504/2011) é do senador Humberto Costa (PT-PE) e receberá decisão terminativa da comissão.
De acordo com o projeto, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996), as turmas de pré-escola e dos primeiros dois anos do ensino fundamental não poderão exceder a 25 alunos. Já as classes das demais séries do ensino fundamental e as do ensino médio, determina o projeto, devem ter, no máximo, 35 alunos.
Substitutivo da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) acrescentou a possibilidade de a turma ultrapassar o limite estabelecido em até 20%. Para isso, é necessário que a sala de aula, na educação infantil, possua tamanho equivalente a um e meio metro quadrado por aluno, e nas turmas de ensino fundamental e médio, um metro quadrado por aluno.
Ao justificar a apresentação do projeto, o senador Humberto Costa ressaltou que a relação entre o número de alunos e professores é uma das causas da falta de qualidade da maioria das escolas. O autor observou que, mesmo em escolas privadas, que investem em insumos modernos de ensino, os resultados estão aquém dos de outros países.
A reunião da CE, cuja pauta inclui 15 itens, está marcada para terça-feira (16), às 11 horas, na sala 15 da ala Alexandre Costa.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

segunda-feira, 30 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Por onde anda você?: Inês Mesquita Diniz

Por onde anda você?: Inês Mesquita Diniz: Fiz o Curso Técnico em Serviços Públicos pelo IFSudesteMG – campus Juiz de Fora, pólo de Três Pontas/MG, de 2010 até 2012. Me formei em...